sexta-feira, 11 de junho de 2010

Futuro

Há mais ou menos quatro anos atrás, eu entrei no site neopets. É um site bastante divertido, onde se pode cuidar de um bichinho virtual, podendo ser quatro, no máximo. É claro, o site é muuito mais complexo do que essa simples descrição. Há fóruns, avatares, jogos, artigos, plots, etc. Fóruns são os locais de conversa, trocas de informações, geralmente utilizado para chats. Avatares são imagens que você usa nos fóruns, e que aparece em seu lookup. (página do usuário) Enfim, é bom explorar. Quando eu comecei a frequentar o fórum de ajuda, entrei num grupo de chat chamado 'Existe Vida Atrás de Outros Pcs?'. Esse chat mudou, e muito, minha vida. Conheci pessoas maravilhosas lá, pessoas que eu posso dizer 'Sim, são meus amigos'. Bom, esse chat durou menos de um ano, mas 'renasceu' diversas vezes. Bom, o que eu quero dizer é: O chat ainda existe, no neopets, em outro fórum, mas com novos membros, sem nenhum antigo. Até eu deixei de frequentar. Mas os membros antigos ainda existem, e fazem diariamente um 'janelão' no MSN, no qual eu participo. Bom, e ficamos nesse padrão por meses, e ainda estamos. Só que o EVAOP (como agora é chamado) está entrando em extinção. Os membros estão brigando entre si, está havendo divisão. Quem está lendo isso e é do EVAOP, sabe do que eu estou falando.


Bem, este post serve como uma informação sobre o meu passado, mas também um 'apelo' para um futuro melhor. Com certeza estarei envolvido com esse futuro. Mas eu não posso mover as estradas da vida sozinho, para isso precisamos ter colaboração de todos. A palavra chave é união.





Então, deixo aqui a messagem para eles. Agora o destino faz o resto. (Espero.)

Eles estão por fora do que eu sinto

Tive feira de ciências ontem. Foi uma boa experiência, mexer com alimentos e suas estruturas. Mas também gostei porque meu grau de relacionamento com as pessoas aumentou... eu acho. Enfim, algo que possa se orgulhar. Não foi algo que possa ser classificado como 'estupendo, surpreendente, colossal', mas sim, foi algo legal. Minha mãe voltou a viajar, isso significa que eu posso entrar no computador nos dias de quinta e sexta, ou seja: o blog vai ficar um pouquinho mais atual. Eu mudei o layout, mas salvei o antigo. Era bem simples, mas eu adorava.


E nossa, já estamos no meio do ano. Eu me lembro como se fosse ontem o dia da contagem regressiva para o novo ano, me lembro até a última música que ouvi em 2009: Watashi wo Mitsukete. É o segundo encerramento de Pandora Hearts. Bom, o meu começo de 2010 não poderia ser melhor. O começo das aulas foram ótimos, novos alunos, novos amigos. Mas ao decorrer, ficou entre altos e baixos. Ora, nem tudo é um mar de rosas, não? Vou ver outras desvantagens com o passar do tempo. Só estou dizendo que esse mês de junho pode ser melhor. E acho que vai ser sim. E isso me lembra algumas instruções que recebi: estudar, estudar, estudar!. Ok, lá vamos nós de novo... O que eu sinto pode me afastar da verdadeira realidade do nosso mundo. É, eu sei que eu só posso realizar meu sonho de jornalismo no mundo deles, não no meu. Porque todos podem sonhar, não custa nada... blá blá whiskas sachê.

domingo, 6 de junho de 2010

Artifícios

Mais uma vez, a vida nos surpreende. Mas chega de falar dela, esse blog é pra ser pessoal, e não um blog de um menino que quer ser um psicológo ou afins, e convenhamos: Eu não preciso ser um, preciso de um. A maioria dos meus dias são tristes, falta de felicidade nos nossos corações. Aqui, uma lista de algumas músicas tristes que eu gosto.


Maaya Sakamoto - Saigo no Kajitsu: Essa música é muito especial para mim, mexe comigo. A voz doce da Maaya num estilo triste e sutil só pode resultar em lágrimas. Essa música é o encerramento do primeiro OAV de Tsubasa Chronicles: Tokyo Revelations. Há uma parte que traduzida, fica 'Estendi a mão, forcei o olho'... algo assim. Enfim, essa música me comove muito.


Ai Otsuka - Haneari Tamago: A voz da Ai-chan é linda demais, muito suave. Essa música foi a primeira que eu ouvi dela, e não deu outra. Adorei. Me lembro que estava conversando com dois amigos meus (Lucas e Fernanda), e fiquei triste por motivos que eu não lembro. Mesmo sendo em japonês, você pode refletir com essa música


Aly & AJ - Silence: Aê, finalmente uma música sem ser japonesa. Sim, eu gosto da Aly e da AJ. São da disney? São. Mas eu gosto de muita coisa da disney, hehe. Silence é uma música calma, me faz refletir sobre o relacionamento com os meus amigos, e sobre o quanto eu preciso deles para ser 'feliz', mesmo não querendo isso. A frase 'I need you more than you'll ever know' ('Eu preciso de você mais do que você sempre soube') me deixa arrepiado.


Cat Power - Rockets: Não é bem que essa música me deixa triste, mas ela é uma das poucas (ou a única) que me faz refletir tanto sobre a minha vida e o que eu quero dela. O instrumental dessa música é uma obra-prima, e também é um bom calmante. É bom de se ouvir num domingo chuvoso, onde a solidão te faz companhia.


Katy Perry - Lost: Faz um bom tempo que não ouço essa música. A primeira vez que ouvi foi em meados de 2008, e me indentifiquei muito com o refrão: 'Have you ever been so lost, known the way and still so lost' ('Você já se sentiu perdindo, sabe o caminho mas se sente perdido').


Marina & The Diamonds - Rootless: Uma das minhas músicas preferidas do álbum da Marina, The Family Jewels. Acho que é a única música 'triste' do álbum inteiro, e por isso, tenho grande admiração por essa música. O título, Rootless (sem raíz, literalmetne) pode ser considerado uma definição de mim. (ou não.)


Ruppina - Free Will: Essa é uma dos encerramentos de One Piece, e o mais triste em minha opinião. Já chorei muito ouvindo essa música, é realmente triste. Não há muito bem como definí-la em palavras, porque ela me afeta MUITO emocionalmente.


Shela - Tsuki to Taiyou: Também é um encerramento de One Piece, mas não me afeta tanto quanto free will. Mas mesmo assim, é muito triste. Diferente de free will, essa me faz refletir sobre a solidão, de qual eu sofro muito. (Acho que 80% dos posts que eu já fiz falam sobre solidão, mas enfim.)


Kitamura Eri - Tsuyogari: Hehe, essa música é um encerramento também, mas é de Gash Bell. O refrão é doce, e gentil. Acho que essa música é um dos calmantes mais eficientes que tenho conhecimento.


Shoko Nakagawa - Ray of Light: Adivinha? Sim, é outro encerramento de anime. Desta vez, é de Full Metal Alchemist: Brotherhood. Shoko tem uma voz muito linda, como a maioria das cantoras de j-pop que escuto, mas nessa música a voz dela parece penetrar no nosso coração, fazendo você refletir sobre seu cotidiano, sobre as tristezas diárias.


Nana Mizuki - Brilliant Star: Nana Mizuki é minha cantora japonesa preferida, então não poderia faltar ela nessa lista. Brilliant Star é uma mistura de 'sonífero entristecedor', assim como Ray of Light, faz você pensar sobre as tristezas diárias, mas de uma forma mais triste. Já chorei algumas vezes ouvindo essa música. Ao ouví-la, você percebe o quão profundo ela pode chegar dentro da sua alma.



Rin & Len Kagamine - Paper Plane: Até mesmo uma música do vocaloid pode me emocionar. Paper Plane é muito triste, fala sobre o relacionamento dos dois, que na música são pessoas apaixonadas que não podem se falar e se comunicam por aviõezinhos de papel. O final é surpreendente, porque nele pode-se ouvir batidas cardíacas, e no final, elas se dissipam: A morte chegou.

Deu pra perceber que muitas músicas me emocionam, né? É a pura verdade. Eu até postaria músicas que me deixam feliz, mas eu acho mais legal falar sobre tristezas da vida.

sábado, 5 de junho de 2010

Me explique: seu cotidiano

Nesses dias, a gente se surpreende com qualquer bobagem. Nos olhos de alguns, podem ser grandes possibilidades de avanço, um desenvolvimento realmente tentador, que está bem aí, pronto para ser criado. Ou a destruição catastrófica do planeta, apenas pelo prazer temporário humano, em busca de riquezas. Como diz o poema que eu fiz para a olimpíada de poesias do meu colégio: "A atrocidade das más pessoas, cegas por conta da riqueza." Mas é, o mundo atual tem seus prós e contras, sendo que a cada dia que passa fica mais difícil ver os pontos positivos (Não só pra mim, pra todo mundo...) porque eles estão acabando! É, o tal apocalipse que tanto falam vai chegar mesmo. E o mais triste disso tudo é que eu não poderei fazer doutorado em jornalismo. :(




Eu gosto de passear nas ruas, tenho manias idiotas de olhar para cada ser que passa perto de mim. Acho que todos devem olhar pra mim... porque afinal, eu tenho em meu corpo uma concentração tremenda de feiúra beleza. Já dá pra perceber que com pequenas coisas nós ganhamos o nosso dia. Cantadas, a pessoa amada falando com você (Eu já fiquei feliz com isso, sim, eu também tenho direito de ficar feliz, afinal.), enfim, tanta coisa. A felicidade está aí, de braços abertos, esperando a oportunidade para encontrar com você. Mas essa felicidade é temporária, porque nada dura pra sempre. De consolo, a tristeza não dura para sempre. Na verdade pode durar, mas aí é uma entrada para conceitos psicológicos sobre vida-após-a-morte. Eu acredito, e espero que seja melhor que a minha vida atual.



A felicidade pode ser um utilitário bastante eficaz. Para mim essa ideia se torna real porque a minha vida é digna, digna de certa forma porque ajudo os outros. Sou uma Amelie da vida. Heh, eu estou falando do filme 'O Fabuloso Destino de Amelie Poulain', o melhor filme que eu já vi, se me permitem dizer. Amelie é uma moça adorável, que busca um motivo para viver em meio aos outros. Ela ajuda as pessoas próximas, assim como eu. E no final, ganha a sua recompensa: Ela se apaixona. Eu também ganhei essa recompensa, um pote de ouro. Mas no meu caso, só veio o pote sem ouro... porque é um amor platônico!




Mas mesmo assim, há sempre a possibilidade de mudar o ritmo das coisas. O negativo e o positivo sempre existiram, no meu ponto de vista do mundo. Sempre procurei entender a filosofia das coisas negativas, mas algo me diz que eu devo pesquisar mais sobre a positividade da vida. (E, quem sabe, achar minha autoestima! Cá entre nós, eu tô precisando mesmo...) Enquanto isso, eu, invento situações e filosofias, ouvindo músicas randômicas (de Britney Spears à The Beatles, gosto variado, afinal) e pensando que o mundo poderia ser melhor. Que meu mundo poderia ser melhor. O sofrimento anda batendo muito na minha porta esses dias, como eu já fiz o café, só posso dizer um doce e agradável


SOFRIMENTO, BOM DIA!


É, eu já disse isso. Mas, positividade agora, hein? Tem gente mais necessitada do que eu, eu sei. Passando fome, enquanto eu aqui, escrevendo em um blog, com a maior luxuosidade que a vida pode me oferecer. Mas eu não posso usar isso como um escudo contra as coisas que me atormentam. É, é necessário viver, e aprender. E eu tenho que aprender muito. Já notaram que eu sempre falo que tem que se viver, aprender, e todo esse blá blá blá filosófico? Tá, deixa pra lá... Na próxima hora mística vou desejar que meu cabelo fique mais bonito. E sim, eu sou cristão.

Aprendizado

Eu gosto de escrever poemas. Assim como eu, há pessoas que também fazem isso. É um hobbie, elas usam isso para fugir do materialismo opressor da atualidade. Bem, esse é meu objetivo. Me prender no meu mundo, porque lá as coisas acontecem do modo que eu quero. Mas, nada mais justo que postar meus poeminhas no blog, não? É, eu acho válido. Eles são ruins? São. Mas fazer o quê? Eu ainda estou no aprendizado... Ah, e eu costumo fazer meus poemas ao som de músicas. O poema a seguir foi feito ao som de 'Cat Power - You May Know Him'.


Ouço um tintilar de acordes
Seria a vida me guiando
Para o local que eu procuro
Então há pássaros em busca de migalhas
Estas desprovidas da saudade
Que agora me atormenta de forma crucial

Segui o luar e o vento e então
Meus pensamentos sobre essa luz
Simplesmente se dissiparam
Em um perfeito buraco negro

Há um lugar que antes de perecer
Tenho que conhecer
O coração das pessoas amadas
Ainda jaz nos campos
O doce cheiro da madeira
E o som dos meus passos
Fluindo em resposta

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Eu tenho um coração muito grande para carregar


Minha vida é seguida de decepções, tristezas, surpresas. Mas claro, também tem pontos positivos. Mas eu, você, e toda a população da Rússia sabemos que eu gosto de falar sobre coisas ruins (E às vezes as boas também, porque acredite, eu sou da luz) e como elas me afetam graduamente nessa minha vidinha que Maria do Bairro há de invejar. O título do post é lindo, não é? Eu me indentifico bastante com essa coisa, porque é do meu feitio ser bom com as pessoas, mesmo elas sendo ruins comigo. E odeio ferir as pessoas, mas não há problema se for comigo, quantas noites já passei ouvindo músicas deprimentes, pensando filosofias deprimentes, tendo uma vida deprimente. Me lembro que um dia li um post de um blog randômico sobre os 'Overlosers'. Alguns nascem com uma vida perfeita, outros não. Os overloosers são exemplos disto. Nascer com deficiências, vítima de preconceitos, falta de talentos, etc... Eu posso me definir como um 'Overloser Psicológico'. Sem autoestima, sem motivo para viver, mas continuo caminhando, essa caminhada vai me levar à algum lugar, afinal...



Não se pode proteger apenas com sonhos. Continue andando.



É bom amar, e mais ainda ser amado. Em meu pensamento eu não conheço a sensação de ser amado, mas eu sei que sou amado. Claro, acho que todo ser humano é amado por alguém, mesmo que seja um apenas. Tentar entender essa filosofia confusa é um enigma que ainda não se tem todas as peças. Só resta esperar, esperar, esperar. O engraçado disso tudo é que eu sempre espero que a vida faça o trabalho pesado por mim, e eu aqui, na moleza. 'Ok. Você sabe disso, então mude'. Fácil falar, eu sou estranho. Queria saber como mudar... É melhor para mim.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Se importando com pequenas coisas


Já é bem perceptível que meus post são bem pequenos, e não são tão profundos no assunto. Eu queria poder abordar sobre as coisas aqui de forma bem mais clara, mas não consigo. Talvez com mais prática, seja possível. Mas eu sei que tenho uma qualidade, nessa história toda: Honestidade. Como assim? A maioria das pessoas não são honestas, não em relação aos outros, mas à elas mesmas. Eu não sou honesto comigo mesmo, mas devo ser com os outros. E como consigo fazer isso? Se importando mais com eles do que comigo próprio. A honestidade em questão que eu quero 'discutir' é ser verdadeiro com as pessoas. Eu ainda faço o ensino fundamental, e por isso tenho que aprender muuito sobre o mundo a meu redor. Claro, sonhar é de graça e não faz mal. Eu sonho em fazer doutorado em jornalismo, e sei que é uma longa jornada a seguir.



Ontem, na escola, algo me chamou atenção. Era a festa junina, e os meus 'amigos' estavam aproveitando esta chance para progamar 'ficadas' uns com os outros. Ok, nada de mais, eu sei que na adolescência isso é muito comum, mas o que eu não gostei foi da forma de que tratam o parceiro de 'ficada' em questão... Como um objeto, de uso único, que vai ser jogado no lixo depois. Isso é uma falta de maturidade, mesmo com essa idade já dá pra saber o certo e o errado. Apenas para satisfazer o prazer próprio, é o que a sociedade atual mais quer. E eu, qual o meu papel nessa história? Eu já satisfaço o meu prazer próprio amando os que me odeiam, e me odiando. É uma filosofia paupérrima, que vai me custar muito no futuro. Por isso quero mudá-la (mas é difícil). E mesmo com essas atitudes, eu continuo gostando dessas pessoas. É, eu também estou errado, afinal. Mas a vida continua, eu sei que ainda vou sofrer muito.