domingo, 20 de junho de 2010

Pensamentos Ideais




Cá estou eu novamente. Hoje eu passei algum tempo lendo outros blogs, para me aprofundar mais nesse assunto. Preciso evoluir muito ainda, mas acho que um novato pode sim fazer um post bom. Estava lendo posts sobre como o amor nos torna ingênuos e fracos, como o preconceito inferioriza a sociedade, e afins. Fiquei feliz ao saber que existem pessoas com aspectos espirituais parecidos com o meu, porque eu me acho uma maçã numa laranjeira. O que eu quero discutir hoje é a forma de como a sociedade trata os diferentes, ou até mesmo as pessoas que você quer ficar longe. Mas antes de falar, quero indicar um blog muito bom, da minha amiga Luna. O Pernicie fala sobre assuntos diversos, sob a direção dela. Sim, eu posso falar que ela é uma ótima pessoa, além de ter uma boa índole. Ela só tem 16 anos e tem uma sabedoria inestimável, trata os assuntos em questão com a ponta da língua. Enfim, vale a pena visitar. Agora, juntando os núcleos, acho que todos gostariam de ter um amigo como a Luna. Inteligente, carinhosa, conselheira, confidente... é o exemplo de 'melhor amiga que eu sempre queria ter', não? Pois é, a sociedade costuma classificar todos de acordo com suas qualidades e defeitos. Vou citar como exemplo minha escola. Eu tenho pouquíssimos amigos fora da escola, e fora do núcleo 'internetônico', por isso me viso mais em aprender a 'arte de viver' com eles. Eu gosto dos meus amigos, e pra mim não importa o quão de defeitos ou qualidades estes têm acumulado em seu físico/psicológico, mas sim a sua essência. Outra coisa, os defeitos das pessoas artifícios para 'julgá-la'. A nossa sociedade, está sim, um pouco atrasada. Uma pessoa homossexual ou de outra religião sofrerá preconceito pelas outras pessoas, segundo elas porque 'pessoa diferente não presta'. Mas claro, essa diferença tem que estar dividida em subtipos. Se você conhecer uma pessoa diferente do seu modo de pensar, mas ao seu modo de ver, essas diferenças podem ser consideradas 'positivas', claro que ela irá gostar dessas diferenças. Bom, todo mundo já sabe disso, só falta praticar. Eu também sei que pertubo demais as pessoas, só não sei como 'praticar' o certo direito. Outra coisa: Eu já ouvi muito a frase 'Ninguém é melhor que ninguém'. Ah, como eu queria que essa frase pudesse ser aplicada em todo mundo. Não gosto de gente que se acha superior aos outros. Até eu, já sofri essa experiência. Tenhos amigos que se acham superiores aos outros, seja por beleza, inteligência etc. Tudo baseado em 'qualidades'. Há outras frases em resposta... 'Respeito é bom e todo mundo gosta' e 'Trate os outros como quer ser tratado'. Bom, é isso... Respeite o diferente. Ser diferente não significa ser inferior ao outro. Quem nunca ouviu aquela frase do Bob Marley? 'Vocês riem de mim porque eu sou diferente, eu rio de vocês porque vocês são todos iguais'. É, eu estou rindo agora, porque de certa forma eu sou diferente. Agora riam de mim porque esse post está horrível. :(


Termino o post com a música 'Eu Tô Tentando' do Kid Abelha, que faz qualquer um se arrepiar com o refrão.



sexta-feira, 18 de junho de 2010

Cantando à favor da natureza



A felicidade se faz presente em mim quando eu falo sobre coisas ruins. Por meio do 'desabafo' desse blog, as coisas ruins não ficam fluindo dentro de mim, com a certeza de que elas morrerão lá. Agora eu posso escrevê-las aqui. Eu até poderia compartilhá-las com os outros, mas vou ouvir desaforos como respostas. Mas aqui a coisa não muda muito. Bem, eu não estou nem aí. Acho que o direito de liberade de expressão ainda está ativo no Brasil. Próxima semana, começam minhas provas globais, que no caso é um simulado para o vestibular. Fico feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz porque é uma oportunidade para presenciar o que o vestibular me reserva, e assim posso me preparar um pouco mais para o jornalismo (mesmo ciente de que não vou poder fazer ele, tsc.) e talvez passar. E também por um motivo que todos ficam: Férias. Nem vou me aprofundar nessa questão porque todos já são cientes das vantagens gritantes de não ir à escola. Vantagens essas que são bem trabalhadas pelos adolescentes... mais oportunidades para sair, se divertir... se viciar em drogas, morrer. Acho que tudo em excesso faz mal, e férias não é uma excessão. Agora fico triste porque com certeza vou me ferrar na parte de cálculo (Química, Física, Geometria e Matemática) pois sou muito, mas muito ruim nisso. No post anterior, o meu objetivo era tentar mudar meu comportamento. Agora complemento: que o meu 'novo' comportamento esteja incluído 'Hobbie: Estudar', por favor!


Meu deus, quantas vezes eu já falei sobre felicidade/tristeza aqui? Muitas. Acho porque elas tem grande participação na minha vida, e esse blog é sobre minha vida, acho eu... Bem, vamos falar de coisa boa? Vamos falar da nossa iorguteira Top Therm. *RISOS* Ok, minha mãe comprou alguns 'lotes' de iorgute para mim. Foi uma boa ideia, já que com a viagem dela, fico sem café da manhã e jantar por dois dias, mas disponho de uma confortável cama de casal para dormir à noite. É uma vida agradável. Agora posso ter a experiência de desfrutar de iorgute na manhã e na noite, haha. Pelo menos não é chocolate, não sei se já falei aqui no blog, mas quando eu como uma quantidade exagerada de chocolate, eu começo a sentir enjoo e ânsia. O estranho é que eu bebo Nescau em exageradas doses sem problema. Vai saber...

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Dúvidas

Hoje, contastei algo. Meu comportamento não condiz com meu modo de pensar. A vida me reserva felicidades e tristezas, e de acordo com o caminho que trilho, elas vão mudando. Mas eu sou mais um daqueles adolescentes que quer aproveitar a vida, que quer que a 'parte difícil' seja feita automaticamente, sem a mão do mesmo para desenvolvê-la... A maioria dos adolescentes é isso, diversão, diversão. Todos nós sabemos que a adolescência é uma das partes mais difíceis da vida, com ela, vem a puberdade, o amadurecimento, e a mudança de comportamento. Sofro com o último, meu comportamento não vem mudando nesses anos. A mesma coisa, o menino que parece uma criança de seis anos, mas inteligente, que só pensa no lado negativo da vida, porém mesmo assim é infantil, risonho, e fazem todos rir. Algo de se orgulhar, porque devo ter quase certeza que existem poucas pessoas desse naipe no mundo. Logo, concluo: É preciso mudar, mas como eu mudo? Não só no conceito 'Se ajeitar para ser um alguém', mas também em 'Parar de olhar o mundo de forma diferente', sendo que esse 'diferente' é bem macabro. Mas acho que com esse comportamento errante, tenho lá meus amigos, mesmo sabendo que alguns são traiçoeros. Acho que com o tempo, e as lições que a vida nos dá, todos mudam seu jeito de ser. Amadurecem, pois aprendem novas coisas. Acho que eu também vou entrar nessa lista.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Além da xícara de café...

Uhm, os viciados em futebol devem estar eufóricos hoje. Sim, hoje é o grande dia, a estreia do Brasil na copa do mundo. A única vantagem que vejo nisso é a liberação da minha escola para os alunos da tarde, ou seja; eu não tenho aula hoje. Mas não vou ver esse jogo, porque além de odiar futebol, presumo que a minha televisão aberta ou fechada não vai mudar a decisão. 'Mas se todos pensassem como você, ninguém iria assistir e...' Se todos pensassem como eu, eu não seria tão entristecido assim. Minha vida seria muito melhor do que é, mas eu não reclamo dela... bem, reclamo da minha vida social, mas esse é outro naipe, sim? Cada vez mais, eu descubro coisas novas. Por exemplo, eu fiquei muito feliz no sábado porque consegui baixar um jogo (The Simpsons: Hit & Run), porém essa felicidade não durou nem uma hora. É o que chamamos de felicidade passageira, é aquela que sempre passará. Se você ir mais além, pode definir que toda felicidade é passageira. É, de certa forma, está correto, mas nunca se sabe. Pode existir felicidades vitalícias por aí. Acho que eu tenho uma felicidade vitalícia, o dom de viver. Mas essa felicidade vitalícia não vai acabar quando eu morrer? Vai, mas aí o motivo da felicidade também vai acabar, certo?



Uma das felicidades que posso contar é poder ouvir músicas. A música é uma forma de arte realmente prazerosa, você pode sentir várias emoções e experiências ao ouvi-la. E sim, eu tenho um enorme e infinito vício por ela. Não passo um dia sem ouvir música, porque me sinto bem ouvindo. Eu já devo ter dito aqui no blog, mas quando eu escuto música, eu consigo me fixar melhor no 'meu mundo', me separando do mundo real. É como eu disse, e repito...


Se refugiar no meu mundo é uma boa forma de pensar em novas forma de ver o 'mundo real'


E agora, estou escutando Kid Abelha. É uma banda de MPB que fez muito sucesso no Brasil nos anos 80. Eu só fui conhecê-los em meados de 2002, e me apaixonei. Mais tarde, vi o DVD 'Acústico MTV' (que para muitos é o melhor Acústico da MTV) e é realmente ótimo. A música 'Na rua, na chuva, na fazenda' invade a minha mente profundamente, com aquele refrão que consegue me deixar marejado, já que eu estou sofrendo com alguns problemas emocionais.


Jogue suas mãos para o céu, agradeça se acaso tiver, alguém que você gostaria que estivesse sempre com você. Na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapê.



Poxa, e não é que tem alguém que eu sempre quero ter comigo? Não só uma, mas várias. Então, faça isso. Agradeça as coisas boas, agradeça por poder fazer aquilo que você gosta. Agradeça pelas felicidades passageiras (e pelas tristezas) que o dia te reserva. Uhum, acho que consegui transmitir uma ideia positiva agora. Para finalizar, também há uma música do Kid Abelha que se chama 'Quem tem medo de brincar de amor'. Eu posso dizer com toda a certeza: Eu tenho.

domingo, 13 de junho de 2010

Alguns minutos

Eu estava pesquisando mais sobre Silent Hill, porque meu vício pelo mesmo está se tornando assustador. Pode-se dizer que isso acontece muito comigo, mas é passageiro. Acredito que daqui à uma semana isso já tenha chegado ao fim. Na minha pesquisa, eu encontrei um blog que realmente me interessou muito. Ao meu conceito, eu queria fazer um blog desse tipo, porém não tenho a 'técnica' necessária. É sobre poemas sombrios... sim, só por essa frase dá pra entender porque eu gostei tanto. Eu encontrei-o por meio da comunidade de Silent Hill do orkut (agradeço!)


O nome do blog é Darkest Dreams e eu recomendo muito, para todos que gostam da 'escuridão', ou não. Mas vale a pena dar uma olhada, o dono do blog está de parabéns.

sábado, 12 de junho de 2010

Uma luz no fim do túnel

Esse dia acordei com disposição. Mas infelizmente, agora, estou com certa culpa. Culpado de machucar as pessoas que eu amo. É, eu sempre fico preocupado com esse tipo de coisa, mas acho que tudo vai voltar ao normal mais tarde. Ah, isso sempre acontece. Então não há porque se precipitar. Segunda feira, eu vi o filme 'Terror em Silent Hill', que se baseia no jogo 'Silent Hill'. Acho que a maioria das pessoas conhecem esse jogo, porque é um clássico de terror psicológico. Desde esse dia, me aprofundei mais no jogo, e estou totalmente viciado na música de encerramento do filme (que também é o tema de abertura de Silent Hill III; o filme é feito com músicas dos jogos) 'You're not here'. É uma música bem 'escura', combina perfeitamente com o filme. Fala sobre a perda da pessoa amada. Pode parecer clichê, mas esse tema pode afetar pessoas de forma profunda. (E eu posso estar incluído nessa lista.) Aí, a música e a letra.





You're Not Here (Letra | Em Inglês)


Blue sky to forever
The green grass blows in the wind, dancing
It would be a much better sight with you, with me
If you hadn't met me, I'd be fine on my own, baby
Never felt so lonely, then you came along

So now what should I do,
I'm strung out, addicted to you
My body aches, now that you're gone
My supply fell trough

Gladly gave me everything you had and more
You craved my happiness
When you made me feel joy it made you smile
But now I feel your stress
Love was never meant to be such a crazy afair, no
And who has time for tears
Never thought I'd sit around and cry for your love
'Till now



Acho que vou passar o dia todo ouvindo, risos.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A escuridão me atinge

Tem dias que coisas boas acontecem, outros que não, e outros que acontecem os dois. No meu caso, ocorreu um frenesi tremendo: Por partes, foi ótimo, e por outras não. Não vou entrar em detalhes, porque esse frenesi chega ao meu 'Infinito Particular' de tão profundo que é. Esse post contem o meu segundo poema, fiz sem ouvir música, fala sobre a escuridão.


O mal está seguindo aqueles
Que estão reprisando
O seu passado, entre sarcasmos
Vejo o vento passando, com seus atrasos
Espero o relógio, ansiosamente
E a escuridão me visitar novamente


O motivo da perda de ilusões
O romance que na verdade
Era um teatro sem funções
A luz negra da escuridão
Agora eu vejo
Um falso sorriso aparece em meu cortejo


Imagino o luar
E a felicidade me abraçar
Onde estará ela?
Perdi a minha razão de procurá-la
Enfim, ficarei esperando
Feliz, porque estou guardando
A escuridão